Por Thayna Lima
Do Orcon Press 01/08/2025
O mês de agosto começa com uma notícia triste na guerra Rússia Ucrânia. Um ataque russo a Kiev, capital do país rival, feito na madrugada da quinta-feira, 31 de julho, atingiu um centro de prédios e uma área de outros 27 distritos próximos.
Os alvos foram civis inocentes que ficaram feridos e sem ter onde morar, com o bombardeio. Os russos utilizaram 309 drones e 8 mísseis hipersônicos para o ataque.
160 pessoas ficaram feridas entre elas 16 crianças. O número por si só é trágico mas fica ainda pior.
31 pessoas morreram durante os ataques, a incluir 5 crianças, com idades entre 2 e 5 anos.
O Presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky, disse que o ataque foi traiçoeiro e um dos mais mortais contra a capital de seu país, e que mostra a capacidade dos russos e sua vontade em destruir a Ucrânia e seu povo.
Os ataques fazem parte de uma onda de bombardeios, feitos pelos russos nas últimas 6 semanas.
Fontes familiarizadas com a guerra dizem que esta é uma estratégia russa para enfraquecer o inimigo, afim de tornar mais fácil uma invasão terrestre.
Os russos devem autorizar um ataque em solo em cidades ucranianas inclusive na capital, em meados de setembro, com mais de 200 mil homens. A Ucrânia não tem encontrado meios de se defender com eficácia e por isso, necessita de ajuda Militar de outros países.
O Presidente Norte-Americano Donald Trump, havia dado um prazo de 10 dias para que o russo Vladmir Putin, parasse com a guerra, ou ele iria sobretaxar os produtos russos em 100% para entrarem nos Estados Unidos.
A sanção poderia complicar o Mercado de Petróleo, e quem comprasse da Rússia poderia estar sujeito a mesma tarifação. Casos por exemplo de China, Índia e Brasil, que mantém negócios abertos com os russos.
O Kremlin informou que foram feitos ataques pontuais na Ucrânia visando depósitos de armas e munições. O governo de Moscou disse que seu país não ataca alvos civis, o que se prova claramente uma mentira.
Os ataques desta quinta-feira mostram mais uma vez, que Putin não tem interesse nas negociações por paz, nem se sentiu intimidado pelas ameaças do homólogo americano Donald Trump.
