Por Guilherme Kalel
Do Orcon Press 08/08/2025
Nesta quinta-feira, 7 de agosto, a Justiça concedeu autorização especial para que o cogumelo Agaricus Blazei, fosse importado da China ao Brasil, para a produção de um fitoterápico.
O suplemento vem sendo usado no país desde 2005, graças a suas propriedades de diversas linhas, entre elas o controle do Diabetes, combate ao câncer e aumento da imunidade.
A Anvisa, em uma cassada retrógrada a fitoterápicos, cancelou a licença de comercialização do produto no ano passado, mesmo tendo aprovado seu uso em 2003 e voltado a ratificar isso em 2016, liberando o suplemento para ser usado no combate a tumores cerebrais.
Agora, a Agencia decidiu que o medicafitoterápico não pode ser usado, a menos que a indústria pague um estudo de eficácia que custa R$ 50000,00 por lote fabricado, para provar qualidade e eficácia.
É compreensível que a Agencia queira regular o que é feito no Brasil para garantir a saúde das pessoas. O que está em questionamento, é um custo tão elevado, mesmo cobrado de laboratórios que fazem alopáticos e que tem condições para fazer os testes, de quem manipula fitoterapia.
A Justiça concedeu em março, autorização para que farmácias manipulassem o Agaricus, sem precisar passar pelo aval da Anvisa. A Agencia recorreu da decisão e o processo segue, mas a liminar está valendo e a autorização também.
Contudo como a grande indústria de fitoterápicos parou de manipular o Agaricus para venda, a plantação do produto deixou de ser feita no país.
Os poucos locais que ainda cultivam o produto, vendem a preços elevados e as farmácias repassam ao consumidor.
Frascos que antes custavam R$ 60,00 ou R$ 70,00 agora custam R$ 200,00, o que torna a venda inviável.
Diante desse impasse foi solicitado na Justiça, autorização para manipular Agaricus, usando cogumelos importados da China, maior produtora do cogumelo do mundo.
Índia e Japão, além do Brasil, produzem o fitoterápico. A escolha da China se deu, pelo grau de facilidade de importação, baixas tarifas e de um intercâmbio mais fácil dos países.
A Justiça acatou na quinta, 7 de agosto, o pedido, liberando a importação.
Nas próximas semanas o Brasil poderá a ter o Agaricus e o fitoterápico poderá voltar a ser produzido no país.
Essa foi mais uma vitória nesta guerra de pacientes que usam a medicação, e que precisam dela, encabeçada e apoiada 100% pela Agencia Orcon Press.
O que se pede não é nada além do direito fundamental de todas as pessoas, de lutar com as armas possíveis por sua vida.
Muitos desses pacientes, precisam do Agaricus para sobreviver, e controlar patologias que antes do suplemento, estavam incontroláveis. Isso não é justo nem correto, e este foi o primeiro reparo da Justiça, nessa cassada ilógica da Anvisa.
Esperamos agora que, a Agencia em algum momento possa rever sua retrógrada decisão, e volte a autorizar o Agaricus no Brasil.
Isso não se trata de enriquecimento, nem de vontade de enriquecer, mas sim de lutar pelo que é certo e ajudar a quem mais precisa, em sua luta diária. E é por isso que estamos aqui.
Guilherme Rodrigues de Azevedo – Jornalista Guilherme Kalel.
MTB: 89344 / SP.
Diretor Responsável da Agencia Orcon Press.
Editor da Revista Expresso 365 e do RS Connect.
Presidente do Instituto Novorcon e da União Paulista de Assistência ao Diabetes (Unipad).
Consultor de Acessibilidade Digital.
E Escritor de Romances e Poesias.
E-mail: guilherme@orconpress.com.br
