Do Orcon Press 21/08/2025
O Estado de Israel, deve mesmo seguir o plano traçado por seu Primeiro-Ministro, para a tomada da Faixa de Gaza.
O estado quer controlar toda a região, para evitar que cenas como as ocorridas em outubro de 2023, com uma invasão do grupo terrorista Hamas, ocorra novamente em seu território.
Naquela oportunidade, mais de 1200 pessoas foram mortas, em ataques coordenados do Hamas, em uma casa noturna e em outros pontos do país.
250 pessoas foram levadas pelos terroristas como reféns, para Gaza, onde a população da Palestina, foi usada como escudo.
Uma guerra se protagonizou a partir daí, com ações precisas e muito sangrentas de Israel, para matar os líderes do Hamas.
A Comunidade Internacional passou a criticar o governo israelense, dado ao alto número de mortes registrados na guerra, de civis, usados como escudos pelo Hamas, para se proteger em túneis, hospitais e escolas.
O Primeiro-Ministro de Israel, se apegou nesta guerra como uma missão pessoal, e já protagonizou diversos embates, com a maioria de vitória para o lado israelense.
Mas há algumas semanas, o líder israelense detalhou um plano para tirar os cidadãos da Palestina de Gaza, e ocupar todo o território.
O plano ainda passa por dividir a Cisjordânia em duas partes, evitando também a concentração de novas ramificações do Hamas na região.
Israel prometeu não descansar, até eliminar todo o grupo terrorista. E tem feito isso.
O país também aprovou na quarta-feira, 20 de agosto, um plano para que possam ampliar sua capacidade Militar.
O plano prevê, que 20 mil reservistas em campos de batalha, sejam obrigados a esticar por mais tempo seus serviços ao Exército. E que mais 60 mil soldados sejam convocados e enviados ao campo de batalha.
A convocação desses novos reservistas, tem exposto um racha no governo, e até nas forças Militares.
Publicamente o General Comandante do Exército, disse que irá cumprir as ordens do Primeiro-Ministro, Benjamin Netanyahu, mas disse não concordar com elas.
Para ele, Netanyahu, não tem agido corretamente e ocupar Gaza é um erro de cálculo.
Países tem se posicionado contra essa ocupação e feito críticas ao governo por isso. Muitos destes, aliados de Israel, agora se posicionam contra e defendem a solução pacífica de um conflito, criando oficialmente o Estado da Palestina, em Gaza.
O que Israel não concorda e segue para evitar.
